sábado, 31 de dezembro de 2011

O Ser Translúcido, por Hammed

"Negar os próprios sentimentos e emoções indica auto-desonestidade. Ser honestos com nós mesmos implicará, por consequência, uma postura interior que dificilmente nos levará a ser falsos com os outros.

Relacionamentos obscuros e mal definidos nos causam fadigaa, medo e doenças diversas. Especialistas da medicina psicossomática dizem que, por não querermos admitir nossos sentimentos, deterioramos certas estruturas íntimas, o que nos desorganiza emocional e psicologicamente.

Sentir casualmente ciúme, medo, raiva, insegurança, desejos sexuais, não faz de nós indivíduos melhores ou piores. O que moralmente nos afeta é o que vamos fazer ou não fazer com esses mesmos sentimentos ou emoções. Revelá-los não significa que iremos nos tornar indivíduos instintivos, brutos, libertinos ou malcriados, mas sim, que somos honestos com nós mesmos e sinceros com os outros. Nossa cruz tem a carga proporcional à ocultação daquilo que atrelamos a ela.

Uma coisa é sentir, outra executar; ainda mais absurdo é projetar nossas falhas nos outros, como se nada tivéssemos a ver com elas. Na parábola contada por Jesus, o fariseu projetou a própria sombra no publicano: isso lhe dava um grande bem estar e lhe trazia, sob muitos aspectos, uma sensação de supremacia.

Precisamos adquirir o hábito sadio de averiguar como se processa em nossa intimidade a forma de perceber, sentir, justificar e argumentar diante da vida. É importante saber o porquê de nossas decisões, ações e reações."

(texto estraído do livro A Imensidão dos Sentidos - Hammed / Fco. do Espírito Santo Neto)

INTERMÉDIUM 2012
MEDIUNIDADE E A EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS

Dias 21 e 22 de abril
Teatro Beberibe - Centro de Convenções de Pernambuco

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O médium e a percepção dos sentimentos

A Imensidão dos Sentidos (Hammed)

(...) Se cada um de nós concentrasse mais atenção em seu mundo interior, utilizando as sensações como guia ou caminho, com certeza encontraria maior sentido para sua existência. "Deus não poderia dar-lhe (ao homem) um guia mais seguro que a sua própria consciência".

Para desenvolver a mediunidade é necessário, inicialmente, aprender a comunicar-se com os próprios sentimentos para, a partir daí, entrar em contato com os de outras pessoas (encarnadas ou não). O Criador guia suas criaturas utilizando a capacidade intelectual/sensorial dels de avaliar seu reino intimo. (...)


INTERMÉDIUM 2012


tema central:
Mediunidade e a Educação dos Sentimentos

dias:
21 e 22 de abril de 2012
Teatro Beberibe,
Centro de Convenções de Pernambuco em Olinda

Realização:


domingo, 30 de outubro de 2011

INTERMÉDIUM 2012 - Expositores confirmados!!!

Amigas e amigos!!


Já estão a todo vapor os preparativos para o INTERMÉDIUM 2012!!
Com o tema "MEDIUNIDADE E EDUCAÇÃO DOS SENTIMENTOS", o evento convidará o público a refletir sobre as informações trazidas por Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, onde ele nos diz que a mediunidade é uma espécie de "escoadouro emocional do próprio medianeiro".


A forma como a faculdade interfere nas emoções e nos sentimentos do médium, a necessidade da disciplina, da auto educação para o bom exercício da faculdade, são alguns dos objetivos da temática.


Os expositores já confirmados do evento são:


Iracema Lins - do Grupo Espírita Persevere, de Cidade Tabajara, Olinda/PE


Fátima Ferreira - do Instituto Espírita de Estudos e Divulgação do Evangelho - Inede, Belo Horizonte/MG


Pedro Camilo - do Núcleo Espírita Teles de Menezes, Salvador/BA


O INTERMÉDIUM 2012 será realizado nos dias 21 e 22 de abril, no Teatro Beberibe, do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.


Em breve traremos informações sobre o valor das inscrições e a programação. Aguarde!!!

domingo, 3 de abril de 2011

Médiuns na História - Irmãs Fox


Médiuns na História - Peixotinho


Debate movimenta a tarde do domingo no INTERMÉDIUM

A tarde do domingo (03) foi dedicada ao momento de debate do INTERMÉDIUM entre os expositores Carlos Pereira, Clóvis Nunes e Francisco Cajazeiras, sob a mediação da coordenadora geral do evento, Alexandra Torres. Eles responderam às perguntas formuladas pelo público nos dois dias de palestras.

O debate começou animado entre Cajazeiras e Clóvis Nunes devido à indagação "somos todos médiuns ou não"?! Enquanto o médico cearense defendia a tese de que todo ser humano possui sim, faculdades mediúnicas, o parapsicólogo baiano afirmava que nem todos terão a sensibilidade de forma latente, podendo mesmo terminar a existência sem nunca ter tido um sinal de mediunidade.

Outro ponto interessante do debate foram questões relacionadas à postura dos médiuns e dirigentes, com as chamadas mistificações. O que fazer quando um médium mistifica? Qual a postura do dirigente, nesse momento?! De acordo com Carlos Pereira é preciso que o dirigente, em constatando a mistificação, chegue junto à pessoa e alerte-a para o procedimento com firmeza, porém, com serenidade de modo a coibir novas práticas nesse sentido dentro do grupo mediúnico.






Grupo Voz e Caridade no INTERMÉDIUM

Após pausa do almoço, o público participou do Momento de Arte com o Grupo Voz e Caridade. 

Foram trinta minutos de música espírita, preces e poesias. No repertório, o grupo incluiu canções dos dois CDs, "Jesus, Caminho, Verdade e Vida" e "Cáritas" . Um dos momentos mais emocionantes da apresentação foi a oração de São Francisco, em que o auditório cantou de mãos dadas, numa grande corrente. 

Mais o ponto alto da apresentação foi quando o grupo tocou "A Oração do Amor", considerada a música/hino do Grupo Espírita Esperança - Gespe, de Camaragibe.






Palestra Francisco Cajazeiras

A segunda palestra de hoje foi ministrada por Francisco Cajazeiras, que abordou os riscos e perigos da mediunidade. Ele falou sobre os processos que acompanham a descoberta até a prática consciente e responsável do fenômeno.

A aceitação da existência da mediunidade é o primeiro passo que levará ao conhecimento da prática, enquanto o desconhecimento e a ignorância vão levar o médium a utilizar a faculdade de uma forma equivocada, sem que se utilize de forma proveitosa a capacidade de se comunicar com os espíritos.

Ele também destacou que o médium deve atuar como intérprete, que não deve aproveitar a faculdade para decisões próprias, o que contradiz a Lei do Livre Arbítrio. Educando a mediunidade, o médium começa a agir de forma comedida, com responsabilidade, sem interesses pessoais e, claro, livre de vaidade. “Se o médium deixar que a vaidade aflore, ele vai se afastar dos espíritos bons”, complementou Francisco’.